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Prefeito de Urussanga reivindica remoção da tornozeleira, mas tem pena agravada
Publicado em 28/06/2024 06:03
Segurança

Cumprindo pena de prisão preventiva, o prefeito de Urussanga, no Sul de SC, Luis Gustavo Cancellier, ganhou o direito à prisão domiciliar no dia 24 de maio último, após alegar problemas cardíacos. Havia sido preso junto com dois vereadores, no dia 16 de abril, por conta de uma investigação que teria apurado crime de improbidade administrativa.

Nesta quinta-feira (27), quando o seu caso teve dois recursos analisados no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, ao invés de afrouxar a pena, a decisão foi por fazê-lo voltar à prisão em regime fechado e longe da sua cidade.

 

 

Enquanto a sua defesa reivindicava também a retirada da tornozeleira, o Ministério Público pediu o reestabelecimento da prisão em regime fechado. A Justiça reconheceu a necessidade de retirar o direito à prisão domiciliar, como o MP pedia.

 

O fato que tornou a decisão ainda mais severa é que ao invés de cumprir a prisão em Criciúma, distante apenas 15 quilômetros de Urussanga, ela ficará recolhido ao presídio em Joinville. A Justiça alega atenção ao seu estado de saúde, já que a prisão se dá em ambiente de enfermaria.

 

 

 

Durante a audiência, outro fato curioso. Cancellier, que estava em prisão domiciliar por alegação de problemas de saúde, respondeu “não”, quando perguntado se tinha algum problema de saúde. Subentende-se que em Criciúma, dada a proximidade a sua cidade, ela possa ter tido algum privilégio ou mesmo regalia, o que não foi dito de maneira exposta, mas especulado nos bastidores.

 

Outro fato intrigante é que o prefeito Gustavo Cancellier resiste em aceitar a tese da renúncia ao cargo, o que alteraria vários fatores como a competência forense e o afastamento de influência que ele pode ter sobre pessoas na condição de prefeito, apesar de afastado do cargo.

 

 

 

No mesmo julgamento, os vereadores Elson Roberto Ramos e Tiago Mutini tiveram prisão relaxada de regime fechado para domiciliar com monitoramento de tornozeleira. Isso só após o pagamento de fiança na ordem de R$ 56 mil ao primeiro e R$ 14 mil ao segundo. Até o fim da tarde desta quinta-feira (27), apenas Mutini havia pago a fiança, o que pode lhe dar o direito de deixar o presídio a qualquer momento.

 

Fonte:ND Mais

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