“A olho nu, como a questão dos blocos de sustentação, o ferro que já está exposto, corrosões, problemas de placas de concreto se desprendendo das pontes e caindo no mar. Nos blocos de coroamento, nos blocos de sustentação, cinco deles estavam quase em estado de colapso, conseguiram ser salvos em função dessa ação judicial que nós impetramos. Porém há ainda 11 blocos que precisam ser trabalhados e é a prioridade no início dos trabalhos de fato que esses blocos sejam reforçados, fortalecidos para que não haja nenhum problema com a própria estrutura com em si das pontes”, pontuou o promotor de justiça Daniel Paladino.