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Chefe da Defesa da Venezuela afirma que EUA mataram “a sangue frio” seguranças de Maduro
Por Administrador
Publicado em 05/01/2026 06:47
Segurança

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, disse que os Estados Unidos mataram grande parte” da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro em um “assassinato a sangue frio”. O pronunciamento foi feito em um vídeo neste domingo (4) sobre a operação militar dos Estados Unidos que capturou Maduro e a esposa dele.

 

No vídeo, ele afirma, também, que a operação matou “soldados e civis inocentes”. Ao menos 40 pessoas morreram no ataque, segundo relatos de integrantes do governo venezuelano ao New York Times.

 

 

No pronunciamento, Padrino também afirmou que as Forças Armadas da Venezuela reconhecem a vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina do país, reforçando a decisão do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela. Rodríguez deve ficar no poder por 90 dias.

 

 

Ele pediu, ainda, que a população venezuelana volte à normalidade nos próximos dias.

 

— Apelo ao povo da Venezuela para que retome suas atividades econômicas, laborais e todas as demais, incluindo a educação, nos próximos dias, e a nação deve voltar a trilhar o caminho de seus princípios constitucionais […] (Peço que os cidadãos) mantenham a paz e a ordem, e não sucumbam às tentações da guerra psicológica e à ameaça do medo que querem nos impor — disse.

 

Padrino é procurado pela Justiça dos EUA

O ministro da Defesa da Venezuela também é procurado pelo Departamento de Justiça dos EUA por participação em um esquema de tráfico de drogas, com recompensa de 15 milhões de dólares por informações que levem à sua captura.

 

Onde está Maduro?

A ação militar teve como objetivo retirar do país Nicolás Maduro, que foi levado a uma unidade de detenção em Nova York. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que uma ação das forças americanas capturou neste sábado (3) o presidente da Venezuela. A informação foi publicada em uma rede social depois que explosões foram ouvidas na capital Caracas. 

 

Durante a madrugada, o governo venezuelano chegou a declarar emergência e convocou um plano de mobilização para “derrotar agressão imperialista”, conforme o comunicado. Maduro e a primeira-dama Cilia Flores serão julgados em um tribunal de Nova York, formalmente acusados na Justiça dos EUA pelos crimes de posse de metralhadoras e dispositivos explosivos; conspiração para posse de metralhadores; conspiração para narcoterrorismo; e conspiração para importação de cocaína.

 

 

Fonte:Nsc

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