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O cenário político que 2025 desenhou para o ano eleitoral em Santa Catarina
Por Administrador
Publicado em 05/01/2026 06:55
Política

Até os últimos dias do ano, 2025 foi agitado na preparação para o ano eleitoral que começa em 1º de janeiro de 2026. A chegada de Carlos Bolsonaro, com domicílio eleitoral fixado em São José, é o fato político do ano. Não se trata apenas de uma mudança de endereço, mas de um movimento estratégico da família Bolsonaro para garantir uma base sólida no Senado em 2026. Carlos traz consigo o DNA direto do ex-presidente e uma militância digital que não conhece fronteiras geográficas. Contudo, o sucesso dessa “importação” política ainda repousa na decisão que o eleitor tomará.

 

No centro desse furacão, o governador Jorginho Mello (PL) encerra 2025 em uma posição confortável. Levantamentos recentes o colocam como o franco favorito à reeleição. Mas o favoritismo traz consigo o peso da responsabilidade: Jorginho tentará ser o grande aglutinador.

 

O governador sabe que, para vencer em um Estado onde a direita tem força maior, o grande risco não é a oposição ideológica, mas o “fogo amigo”. Consolidar o maior número de partidos em torno de sua chapa, e gerenciar as vaidades infladas pela chegada de nomes de peso nacional, será o seu maior teste de habilidade política até aqui.

 

 

Enquanto isso, o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), está com os olhos atentos ao radar nacional. Caso o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), dispute a presidência da República, o projeto pessedista em SC pode ganhar força. A esquerda por sua vez, ainda analisa cenários e especula nomes, sem um martelo batido. As definições, seja de um lado ou de outro, já estiveram mais distantes. A chegada de 2026 acelera os processos de olho em outubro.

 

 

Fonte:Nsc

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