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Pai afirma que matou filho de dois anos após ver foto da ex com outro homem
Por Administrador
Publicado em 07/01/2026 06:41
Segurança

Um homem de 21 anos foi preso na sexta-feira (2) após confessar ter matado o próprio filho, de dois anos, em Sorriso, no norte de Mato Grosso. Segundo o depoimento, o crime ocorreu minutos depois de ele ver uma foto da ex-companheira com outro homem.

 

O Corpo de Bombeiros foi acionado por moradores de uma kitnet, que relataram a presença de um homem caído dentro de uma residência próxima. No local, os militares encontraram o suspeito desacordado, mas com sinais vitais. Dentro da casa, também estava a criança, identificada como Davi Lucca da Silva Lemos, apresentando poucos sinais vitais. O atendimento à criança foi priorizado.

 

Davi Lucca foi levado imediatamente ao Hospital Regional. Após cerca de 30 minutos de tentativas de reanimação, a equipe médica confirmou a morte da criança.

 

Depois de encaminhar o menino ao hospital, os bombeiros retornaram ao endereço e acionaram a Polícia Militar. Vizinhos relataram que ouviram gritos e barulho de telhas quebrando. Sem resposta ao chamarem pelo homem, decidiram entrar no imóvel, onde o encontraram tentando tirar a própria vida.

 

De acordo com os relatos, enquanto a criança era atendida no hospital, o homem recobrou a consciência e tentou fugir. Ele estava desorientado, mas foi contido pelos vizinhos e levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

 

No imóvel, os militares localizaram uma carta escrita pelo suspeito, na qual ele confessava ter matado o filho e, em seguida, tentado se matar. No texto, o homem afirmou que o crime teria sido motivado pelo término do relacionamento com a mãe da criança, ocorrido há cerca de duas semanas. Ele também escreveu que viu a ex-companheira com outro homem e que não suportaria “viver daquela forma”, acrescentando que levaria o filho junto para que a mulher pudesse “viver em paz o novo relacionamento”.

 

O suspeito foi preso ainda na UPA e encaminhado à Delegacia de Polícia. Conforme informado pelos militares, ele não detalhou como teria cometido o crime, e a criança não apresentava sinais aparentes de violência. O caso segue sob investigação.

 

Fonte:SCC10

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