Um vídeo inédito obtido pela coluna mostra um grupo de adolescentes, no dia 4 de janeiro, com o Cão Caramelo na Praia Brava, no Norte da Ilha de Santa Catarina. A Polícia Civil informa que os adolescentes envolvidos na agressão, tortura e morte do Cão Orelha não são os mesmos suspeitos de uma tentativa de afogamento do Cão Caramelo.
Nas imagens é possível perceber que o porteiro de um prédio acompanha toda a ação, em determinado momento, ele parece ir atrás dos jovens com um objeto não identificado na mão. No vídeo também é possível ver o momento em que o cão se aproxima espontaneamente do grupo de adolescentes que estava na areia da praia. Em seguida, um deles pega o animal, realiza movimentos suspeitos na areia e depois corre com o cachorro no colo, saindo do enquadramento da gravação.
Durante o vídeo, é possível perceber que o portão abre duas vezes para o Caramelo sair do prédio. Em uma das vezes, ele vai em direção ao grupo de jovens.
A gravação sugere a suspeita de que os adolescentes que aparecem nas imagens possam estar envolvidos na tentativa de afogamento do Cão Caramelo, ocorrido no mesmo local. O conteúdo passou a integrar o conjunto de informações que circulam nas redes sociais e aumentam a pressão por justiça sobre o caso.
O episódio envolvendo o Cão Caramelo ganhou ainda mais destaque após a Polícia Civil diferenciar os dois casos. Segundo as investigações Polícia até o momento não há relação direta entre os suspeitos da morte do Cão Orelha e os envolvidos no suposto afogamento do Cão Caramelo. As circunstâncias do afogamento seguem sob apuração, e o vídeo pode contribuir para a identificação dos responsáveis.
A Polícia Civil segue investigando os fatos e reforça a importância de denúncias e do envio de informações que possam auxiliar na elucidação dos crimes.
Fonte:Scc10