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Policial pode estar envolvido em sumiço de família desaparecida há 15 dias
Por Administrador
Publicado em 10/02/2026 08:01
Segurança

Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, e os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, estão desaparecidos há 15 dias em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, ainda sem respostas. Nesta segunda-feira (9), no entanto, a corregedoria da Brigada Militar passou a colaborar com o caso, o que levanta a suspeita de que um brigadiano, termo utilizado no Rio Grande do Sul para designar os policiais militares da Brigada Militar do Estado, possa estar envolvido, conforme informações do g1.

 

Isso porque a corregedoria realiza a fiscalização da conduta de brigadianos e apura, também, possíveis infrações, sejam elas disciplinares ou criminais. A Brigada Militar não divulgou quem seria o policial e nem qual o seu possível envolvimento no desaparecimento da família Aguiar.

 

A Polícia Civil continua investigando o caso. O delegado responsável pela investigação, Anderson Spier, informou que mais pessoas devem ser ouvidas nesta semana, já que perícias foram feitas em casas, carros e imagens de câmeras de segurança. Um celular encontrado próxima à casa dos idosos também passará por perícia.

 

 

A investigação aponta que a principal suspeita é de que tenha acontecido um crime como homicídio ou cárcere privado, mas ainda não há informações concretas sobre o que aconteceu com a família.

 

Silvana foi vista pela última vez em 24 de janeiro, mesmo dia em que publicou que sofreu um acidente em Gramado. A polícia, no entanto, afirma que o acidente nunca aconteceu, e que Silvana fez a publicação para despistar o desaparecimento. O celular dela está desligado desde então.

 

Um dia depois, os pais saíram para procurar a filha depois de saberem por vizinhos sobre a postagem. O delegado afirma que os idosos foram até a delegacia para registrar o desaparecimento da mulher, mas a unidade estava fechada. Também não houve mais informações sobre o paradeiro deles depois disso.

 

O carro de Silvana foi encontrado na garagem da casa dela, com a chave dentro de casa. Dessa forma, para os investigadores, isso descarta a hipótese de que ela teria viajado.

 

 

Na noite do dia 24 de janeiro, um carro vermelho foi visto entrando na casa de Silvana às 20h34min e saiu oito minutos depois. Quase uma hora depois disso, às 21h28min, o carro da mulher entrou na garagem. Já às 23h30min, mais um carro chegou até o local, ficou até às 23h44min, e foi embora. Ainda não há informações sobre a identificação dos motoristas desses veículos.

 

Silvana tem um filho de 9 anos, que estava com o pai no fim de semana em que ela desapareceu. Ela trabalha com os pais como vendedora de cosméticos em um mercado que funciona na casa da família.

 

 

Fonte:Nsc

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