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Banqueiro é condenado por obrigar esposa a beber urina e permitir estupro por 500 homens
Por Administrador
Publicado em 27/05/2026 15:10
Segurança

Um banqueiro francês foi condenado a 25 anos de prisão após torturar a namorada por sete anos. Guillaume Bucci, de 51 anos, obrigava a companheira a beber a urina dele e a lamber vasos sanitários públicos. O homem também prostituía a vítima para cerca de 500 “amigos, colegas e estranhos”. Os atos ocorreram, inclusive, logo após o nascimento de sua filha.

 

A condenação foi proferida no último sábado (25), no tribunal de Assizes de Digne-les-Bains.  Bucci admitiu diversos atos perturbadores, incluindo estrangulamento e queimaduras. O criminoso alegou que as condutas eram “jogos sexuais consensuais”.

 

Laetitia, de 42 anos, disse que a decisão de tornar o caso público foi inspirada em Gisèle Pelicot, que abriu mão do seu direito ao anonimato em seu julgamento por estupro em 2024, afirmando que “a vergonha deve mudar de lado”.

 

 

Ao contrário de Dominique Pelicot, que drogou a esposa enquanto ela era estuprada, o agressor de Laetitia a manteve consciente de propósito. — Ele disse que eu precisava perceber o que estava acontecendo comigo. Eu me lembro de tudo — disse ao TF1.

 

Banqueiro condenado tratava companheira como “escrava”

Guillaume declarou que “não achava que estivesse machucando” a companheira. Contudo, mensagens de texto mostraram o banqueiro ameaçando a mulher de morte caso ela não seguisse as ordens. A vítima relatou ter sofrido, entre 2015 e 2022,  espancamentos, práticas sexuais extremas e humilhações diárias em uma relação de “controle”. 

 

— Aos poucos, eu sentia que estava morrendo por dentro. A cada prática imposta, uma parte de mim se quebrava para sempre — testemunhou ela entre lágrimas, segundo o Telegraph.

 

Bucci tratava a esposa como “escrava” e, “aos poucos”, forçava ela a dormir com outros homens. Os atos começaram  na véspera de Natal de 2015 em posto de gasolina e serviços numa rodovia, quando a mulher ouviu o banqueiro e o “cliente” ao telefone.

 

— Parei de contar quando cheguei a 487 homens, alguns dos quais eu tinha visto até 10 vezes — desabafou a vítima.

 

 

Fonte:Nsc

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