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Relatórios da Meta levam a prisão de homem em Joinville por abuso sexual infantojuvenil
Por Administrador
Publicado em 03/02/2026 17:18
Segurança

Um homem foi preso em Joinville após relatórios internacionais da Meta apontarem crimes de exploração sexual infantojuvenil. A prisão do suspeito aconteceu nesta terça-feira (3), após os dados serem entregues para a Polícia Federal, que deu início às investigações.

 

A apuração policial identificou que o investigado, de 36 anos, utilizou um perfil em uma rede social para armazenar vídeos contendo material de abuso sexual infantojuvenil nos servidores da empresa Meta, plataforma que gerencia Facebook, Instagram e Whatsapp, e compartilhou um desses arquivos com outro usuário por meio do aplicativo Messenger.

 

 

Outra investigação revelou os crimes de exploração

Ainda em julho de 2025, quando a Delegacia de Proteção Animal de Joinville investigou crimes de maus tratos a animais domésticos na casa do suspeito, os agentes apreenderam um smartphone. A perícia revelou que o aparelho armazenava mais de 500 arquivos contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil. 

 

 

Na época, o homem foi indiciado pela prática do crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), segundo a Polícia Civil.

 

Além disso, a investigação apontou que o morador de Joinville adotava diversas estratégias para ocultar as atividades criminosas. Entre elas, a utilização de dados pessoais de familiares para criação de perfis em redes sociais e registro de linhas telefônicas.

 

Como o suspeito foi preso

Após o avanço das investigações, a Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) cumpriu mandados de busca e apreensão e prisão preventiva, no local de trabalho do suspeito.

 

Ainda, os agentes realizaram buscas nos endereços autorizados pela decisão judicial, o que resultou na apreensão de mais um aparelho celular, que passará por perícia da Polícia Científica.

 

As diligências foram conduzidas pela DPCAMI de Joinville com o apoio da Delegacia da Comarca de Itapoá, que colaborou no cumprimento das ordens judiciais.

 

 

Fonte;Nsc

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