A formação de um ciclone extratropical no Sul do Brasil colocou 26 cidades em alerta máximo para a ocorrência de ventos que podem ultrapassar os 100 km/h, com potencial de causar destruição significativa. O aviso, classificado como alerta vermelho pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica risco elevado de danos em estruturas, queda de árvores, destelhamentos e interrupções no fornecimento de energia elétrica.
As áreas mais críticas estão concentradas no Rio Grande do Sul, especialmente em municípios que ficam diretamente na rota do sistema, que se forma entre o litoral gaúcho e o Uruguai e avança pelo Sul do país.
Quais as cidades que estão “na rota” do ciclone
- Arambaré
- Arroio Grande
- Barra do Ribeiro
- Camaquã
- Capão do Leão
- Capivari do Sul
- Cerro Grande do Sul
- Chuí
- Cristal
- Jaguarão
- Mariana Pimentel
- Mostardas
- Palmares do Sul
- Pedro Osório
- Pelotas
- Porto Alegre
- Rio Grande
- Santa Vitória do Palmar
- São José do Norte
- São Lourenço do Sul
- Sentinela do Sul
- Sertão Santana
- Tapes
- Tavares
- Turuçu
- Viamão
Quais os riscos trazidos pelo ciclone?
Além dos ventos intensos, o ciclone também traz chuva forte e possibilidade de temporais, ampliando o risco de alagamentos e outros transtornos. A combinação desses fatores aumenta o potencial de impactos severos, principalmente durante o pico de intensidade do sistema.
O ciclone ganha força ao longo da semana e atinge seu ápice com rajadas próximas ou superiores a 100 km/h, especialmente em áreas litorâneas e regiões mais expostas.
A orientação das autoridades é para que moradores das áreas afetadas redobrem a atenção, evitem deslocamentos durante os períodos mais críticos e sigam as recomendações da Defesa Civil.