O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), realizou nesta quarta-feira (12), uma ação que investiga o suposto envolvimento de um enfermeiro com uma organização criminosa em um presídio, em Chapecó, no Oeste catarinense.
Segundo o MPSC, o profissional teria utilizado o cargo como enfermeiro para facilitar a entrada de aparelhos celulares e substâncias entorpecentes no Complexo Prisional de Chapecó, beneficiando integrantes de uma facção criminosa que esta ligada ao sistema prisional. De acordo com a investigação, os materiais ilícitos teriam sido escondidos em embalagens de medicamentos e outros produtos destinados aos detentos.
Ainda conforme o Ministério Público, durante a Operação Cura, foi cumprido um mandado de busca e apreensão, expedido pela Vara Estadual de Organizações Criminosas de Chapecó.
Materiais apreendidos passarão por perícia
Os materiais apreendidos serão encaminhados à Polícia Científica, responsável pelos exames periciais. Até o momento, não há informação divulgada pelo MPSC sobre prisão relacionada à Operação Cura. A investigação continua sob sigilo, assim como a identidade do enfermeiro.
A investigação que deu origem à operação realizada nesta quarta-feira é um desdobramento da Operação Sodalitas Finis, que também está relacionada à apuração da atuação de organizações criminosas em Santa Catarina.
Fonte:Scc10