A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga um grupo suspeito de se passar pelo técnico do Grêmio, o português Luís Castro, para aplicar golpes contra jogadores.
A 4ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre conduz a investigação. Nesta quarta-feira, a Operação Falso 9 cumpriu um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão em Itaperuna, no Rio de Janeiro.
Além disso, agentes do Rio de Janeiro prestaram apoio durante a operação.
Suspeitos usavam perfis falsos para ganhar confiança
Segundo a investigação, os criminosos usavam perfis falsos em aplicativos de mensagens para se aproximar das vítimas. Depois, passavam a pedir transferências em dinheiro.
Além de jogadores do Grêmio, os suspeitos também teriam mirado atletas e personalidades ligadas a clubes de outros estados.
A investigação aponta ainda possíveis tentativas contra uma equipe do futebol europeu e um artista de projeção nacional.
O principal investigado é suspeito de estelionato mediante fraude eletrônica e falsa identidade.
Investigação começou após contatos com jogadores
A apuração começou depois que a polícia recebeu a denúncia de que um suspeito havia entrado em contato com quatro jogadores pelo WhatsApp.
Para convencer as vítimas, ele usava uma foto de Luís Castro no perfil.
Em uma das abordagens, o suspeito convidou um jogador para chegar mais cedo ao centro de treinamento no dia seguinte. Segundo a mensagem, os dois precisariam “bater um papo”.
A partir daí, o contato continuou por vários dias.
Suspeito criou relação de proximidade com atleta
Durante as conversas, o suspeito perguntava sobre a rotina, a família e o desempenho do jogador nos treinamentos.
Além disso, fazia elogios à dedicação do atleta.
Com isso, segundo a investigação, ele tentava criar uma relação de confiança.
Em determinado momento, o suspeito pediu que o jogador não comentasse as conversas com os companheiros de equipe.
Segundo a polícia, a estratégia buscava manter a vítima isolada. Dessa forma, outros atletas teriam menos chances de perceber a fraude.
Golpista pediu R$ 22,5 mil para suposta ação social
Depois de conquistar a confiança do jogador, o suspeito fez um pedido de dinheiro.
Segundo a investigação, ele afirmou que precisava de ajuda para uma ação social no Rio de Janeiro. A suposta iniciativa envolveria a doação de cestas básicas.
O pedido incluía 300 cestas, com custo de R$ 75 cada. Assim, o valor total chegava a R$ 22,5 mil.
No dia 6 de maio, o suspeito enviou uma chave Pix aleatória. Ele afirmou que a conta pertencia à responsável por uma suposta instituição beneficiada.
Em seguida, pediu que o jogador fizesse a transferência.
Jogador transferiu R$ 22,5 mil
A primeira tentativa de pagamento não deu certo porque o valor ultrapassava o limite diário da conta da vítima.
Por isso, o suspeito reagendou a transferência para a manhã seguinte.
Além disso, voltou a pedir que o jogador mantivesse o assunto em sigilo.
No dia seguinte, o atleta conseguiu fazer o Pix.
Depois do pagamento, o suspeito enviou uma suposta confirmação de que a instituição havia recebido as cestas básicas.
Segundo a polícia, a mensagem fazia parte da estratégia para manter a fraude.
Suspeito tentou obter mais R$ 50 mil
Ainda no mesmo dia, o suspeito tentou conseguir mais dinheiro.
Desta vez, afirmou que outro atleta, supostamente “de fora do Brasil”, também faria uma doação. Segundo a versão apresentada, o jogador não poderia responder naquele momento por causa do fuso horário.
O valor corresponderia a 600 cestas básicas, totalizando R$ 50 mil.
Em seguida, o suspeito pediu que a vítima antecipasse o dinheiro. Como justificativa, prometeu que o atleta receberia o valor de volta posteriormente.
Além disso, citou a suposta participação de outros jogadores da equipe para dar mais credibilidade ao pedido.
No entanto, a segunda transferência não aconteceu.
Novamente, o valor ultrapassava o limite diário de movimentação bancária do jogador.
Polícia identificou outros possíveis alvos
Com as denúncias e as informações reunidas, a Polícia Civil passou a rastrear a atuação do grupo.
Durante a investigação, os agentes identificaram outros possíveis alvos fora do Grêmio. O clube gaúcho informou que não vai se manifestar sobre o caso enquanto a investigação estiver em andamento.A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga um grupo suspeito de se passar pelo técnico do Grêmio, o português Luís Castro, para aplicar golpes contra jogadores.
A 4ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre conduz a investigação. Nesta quarta-feira, a Operação Falso 9 cumpriu um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão em Itaperuna, no Rio de Janeiro.
Além disso, agentes do Rio de Janeiro prestaram apoio durante a operação.
Suspeitos usavam perfis falsos para ganhar confiança
Segundo a investigação, os criminosos usavam perfis falsos em aplicativos de mensagens para se aproximar das vítimas. Depois, passavam a pedir transferências em dinheiro.
Além de jogadores do Grêmio, os suspeitos também teriam mirado atletas e personalidades ligadas a clubes de outros estados.
A investigação aponta ainda possíveis tentativas contra uma equipe do futebol europeu e um artista de projeção nacional.
O principal investigado é suspeito de estelionato mediante fraude eletrônica e falsa identidade.
Investigação começou após contatos com jogadores
A apuração começou depois que a polícia recebeu a denúncia de que um suspeito havia entrado em contato com quatro jogadores pelo WhatsApp.
Para convencer as vítimas, ele usava uma foto de Luís Castro no perfil.
Em uma das abordagens, o suspeito convidou um jogador para chegar mais cedo ao centro de treinamento no dia seguinte. Segundo a mensagem, os dois precisariam “bater um papo”.
A partir daí, o contato continuou por vários dias.
Suspeito criou relação de proximidade com atleta
Durante as conversas, o suspeito perguntava sobre a rotina, a família e o desempenho do jogador nos treinamentos.
Além disso, fazia elogios à dedicação do atleta.
Com isso, segundo a investigação, ele tentava criar uma relação de confiança.
Em determinado momento, o suspeito pediu que o jogador não comentasse as conversas com os companheiros de equipe.
Segundo a polícia, a estratégia buscava manter a vítima isolada. Dessa forma, outros atletas teriam menos chances de perceber a fraude.
Golpista pediu R$ 22,5 mil para suposta ação social
Depois de conquistar a confiança do jogador, o suspeito fez um pedido de dinheiro.
Segundo a investigação, ele afirmou que precisava de ajuda para uma ação social no Rio de Janeiro. A suposta iniciativa envolveria a doação de cestas básicas.
O pedido incluía 300 cestas, com custo de R$ 75 cada. Assim, o valor total chegava a R$ 22,5 mil.
No dia 6 de maio, o suspeito enviou uma chave Pix aleatória. Ele afirmou que a conta pertencia à responsável por uma suposta instituição beneficiada.
Em seguida, pediu que o jogador fizesse a transferência.
Jogador transferiu R$ 22,5 mil
A primeira tentativa de pagamento não deu certo porque o valor ultrapassava o limite diário da conta da vítima.
Por isso, o suspeito reagendou a transferência para a manhã seguinte.
Além disso, voltou a pedir que o jogador mantivesse o assunto em sigilo.
No dia seguinte, o atleta conseguiu fazer o Pix.
Depois do pagamento, o suspeito enviou uma suposta confirmação de que a instituição havia recebido as cestas básicas.
Segundo a polícia, a mensagem fazia parte da estratégia para manter a fraude.
Suspeito tentou obter mais R$ 50 mil
Ainda no mesmo dia, o suspeito tentou conseguir mais dinheiro.
Desta vez, afirmou que outro atleta, supostamente “de fora do Brasil”, também faria uma doação. Segundo a versão apresentada, o jogador não poderia responder naquele momento por causa do fuso horário.
O valor corresponderia a 600 cestas básicas, totalizando R$ 50 mil.
Em seguida, o suspeito pediu que a vítima antecipasse o dinheiro. Como justificativa, prometeu que o atleta receberia o valor de volta posteriormente.
Além disso, citou a suposta participação de outros jogadores da equipe para dar mais credibilidade ao pedido.
No entanto, a segunda transferência não aconteceu.
Novamente, o valor ultrapassava o limite diário de movimentação bancária do jogador.
Polícia identificou outros possíveis alvos
Com as denúncias e as informações reunidas, a Polícia Civil passou a rastrear a atuação do grupo.
Durante a investigação, os agentes identificaram outros possíveis alvos fora do Grêmio. O clube gaúcho informou que não vai se manifestar sobre o caso enquanto a investigação estiver em andamento.
Fonte:testo Notícias