Um canadense é acusado de se passar por piloto comercial para viajar centenas de vezes gratuitamente em companhias aéreas dos Estados Unidos. O homem, de 33 anos, natural de Toronto, foi preso no Panamá após ser indiciado por fraude eletrônica em outubro do ano passado, em um tribunal federal no Havaí. Extraditado para os EUA, ele se declarou inocente nesta terça-feira (20).
De acordo com documentos judiciais, ele teria usado um crachá de identificação funcional falso para garantir passagens gratuitas em ao menos três companhias aéreas.
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Não há confirmação de que o acusado tenha viajado dentro do cockpit das aeronaves (Foto: Banco de Imagens)
Segundo as autoridades, o homem fingia ser pilotoi para obter passagens sem custo (Foto: Banco de Imagens)
Procuradores afirmam que ele solicitou o uso do “assento auxiliar” na cabine de comando (Foto: Banco de Imagens)
O canadense é acusado de se passar por piloto comercial para viajar gratuitamente pelos Estados Unidos (Foto: Banco de Imagens)
O canadense usava um crachá funcional falso para se identificar como tripulante (Foto: Banco de Imagens)
Não há confirmação de que o acusado tenha viajado dentro do cockpit das aeronaves (Foto: Banco de Imagens)
Segundo as autoridades, o homem fingia ser pilotoi para obter passagens sem custo (Foto: Banco de Imagens)
Os procuradores afirmam que o canadense chegou a solicitar o uso do chamado “assento auxiliar” na cabine de comando, reservado a pilotos fora de serviço. Não há confirmação, no entanto, de que ele tenha viajado no cockpit.
Segundo o escritório do Procurador dos Estados Unidos no Distrito do Havaí, caso seja condenado, o falso comissãrio pode pegar até 20 anos de prisão, pagar uma multa de até US$ 250.000, além de um período de liberdade condicional supervisionada.
Fonte;Nsc