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Cão Orelha: operação cumpre mandados contra investigados por morte de cachorro comunitário em SC
Por Administrador
Publicado em 27/01/2026 05:59
Segurança

A Polícia Civil de Santa Catarina realizou, na manhã desta segunda-feira (26), uma operação que cumpriu três mandados de busca e apreensão contra investigados por maus-tratos e coação no inquérito que apura a morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis.

 

As diligências ocorreram em endereços ligados aos suspeitos e têm como objetivo a coleta de novos elementos de prova para o avanço da investigação.

 

De acordo com a Polícia Civil, ao menos quatro adolescentes foram identificados como suspeitos de envolvimento nas agressões que resultaram na morte do animal, que tinha aproximadamente 10 anos.

 

Além dos maus-tratos, a apuração também analisa uma denúncia de possível coação de testemunha atribuída a um policial civil, pai de um dos investigados.

 

A delegada responsável pelo caso, Mardjoli Valcareggi, informou que a informação está sendo verificada, mas negou qualquer participação de policial no crime contra o animal. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

 

Segundo moradores da região, Orelha estava desaparecido havia alguns dias quando foi encontrado por uma das pessoas que cuidavam dele, durante uma caminhada.

 

O cão foi localizado em estado grave e encaminhado a uma clínica veterinária. Em razão da gravidade dos ferimentos, a equipe optou pela eutanásia.

 

Mobilização por justiça

 

Após a morte do cão, moradores, protetores independentes, ONGs e entidades ligadas à causa animal passaram a se mobilizar pedindo a responsabilização dos envolvidos. No sábado (17), foi realizada a primeira manifestação pública na Praia Brava. No último sábado (24), um novo protesto reuniu dezenas de pessoas no local.

 

Vestindo camisetas personalizadas e portando cartazes com a frase "Justiça por Orelha", os participantes caminharam pela região acompanhados de seus próprios cães e realizaram um momento de oração em homenagem ao animal.

 

A mobilização também se estendeu às redes sociais, onde imagens de moradores e protetores com placas contendo a hashtag #JustiçaPorOrelha passaram a circular, reforçando o pedido por respostas e punição aos responsáveis.

 

 

Fonte:Portal de Schroeder

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